As Práticas · A outra metade do Retrofit
Vinte e quatro formas de uma empresa aprender a se atualizar.
Seus produtos recebem atualizações. Sua organização roda numa versão de uma década atrás. Estas são as práticas que guiamos as empresas a ligar.
Não somos uma consultoria movida a IA. As práticas são a metade proprietária da oferta; os instrumentos são a metade moderna. Juntos, eles são o Retrofit.
TWENTY-FOUR SWITCHES. YOUR STEWARD HELPS YOU CHOOSE WHICH THREE OR FOUR TO FLIP FIRST.
ENCONTRE MINHAS PRÁTICAS
Comece pela tensão, não pelo catálogo.
Descreva o que está atrapalhando. Cinco práticas se acendem: pontos de partida, não uma prescrição.
Abra uma prática para ver sua provocação, seu mecanismo e seus dentes. Vire a chave para selecioná-la para o seu primeiro ano.
Enxergar a empresa
Práticas que tornam o negócio legível para quem está dentro dele.
- 01Reading the NumbersTodos aprendem os seis números que comandam o lugar, de cima para baixo e da mesa da cozinha para cima.TRANSPARÊNCIA
- 02Open by DefaultToda reunião aberta, presença voluntária. A sala vazia vira o veredito.PARTICIPAÇÃO VOLUNTÁRIA
- 03Two Open SeatsDuas cadeiras no comitê diretor, ou no conselho, para as duas primeiras pessoas que se inscreverem.ACESSO AO PODER
- 04Kill a RuleUma anistia trimestral. Uma regra que ninguém defende em três minutos morre.SUBTRAÇÃO
Liderar por consentimento
Práticas que tornam a liderança responsável, reversível e temporária.
- 05Validate Your BossDuas vezes por ano, os liderados avaliam o líder. A nota tem consequências.LEGITIMIDADE DA LIDERANÇA
- 06Move Up and DownToda promoção vem com uma passagem de volta. Sem estigma, sem saída.HIERARQUIA REVERSÍVEL
- 07Pass the BatonLiderar uma coorte é um turno de seis meses, não uma sentença perpétua.LIDERANÇA RENOVÁVEL
- 08Factory CommitteesUma voz eleita com direito à informação, e um prazo para a resposta.CONTRAPODER
Circular entre papéis
Práticas que ajudam as pessoas a encontrar, experimentar e crescer em um trabalho útil.
- 09Lost in SpaceUm ano sem descrição de cargo e com duas regras.DESCOBERTA DE TALENTOS
- 10Rotate Your ButtMude de trabalho sem mudar de empresa. O quadro de trocas está sempre no ar.MOBILIDADE INTERNA
- 11RoleUpSeu trabalho, daqui a cinco anos: lido à luz do dia, devagar, primeiro por você.PREPARO PARA O FUTURO
- 12AllQQuatorze formas de ser inteligente, em vez de um único número.INTELIGÊNCIA PLURAL
Ser dono do próprio tempo
Práticas que afrouxam o domínio da empresa sobre lugar, horas e fase da vida.
- 13Whenever, WhereverContrate pelo resultado. Onde e quando você o produz não é da conta de ninguém.TRABALHO BASEADO EM RESULTADOS
- 14Retire-a-LittleCompre sua quarta-feira agora, enquanto você ainda consegue subir a montanha.POSSE DO TEMPO
- 15Work’n StopUma carreira com estações: uma longa pausa sem uma saída permanente.RITMO DE CARREIRA
Repartir a economia
Práticas que distribuem as decisões sobre lucro, remuneração e risco.
- 16Upside EconomicsA fórmula do bolo é publicada antes de o ano começar, e as pessoas votam a divisão.RESULTADOS POSITIVOS COMPARTILHADOS
- 17Build Your Own PayProponha seu próprio salário, à luz do dia, com os números na mesa.AUTONOMIA SOBRE A REMUNERAÇÃO
- 18Risk SalaryTroque um pouco de certeza por uma parcela do ganho. Seu botão, sua escolha.GANHO VOLUNTÁRIO
Inventar e se abrir
Práticas que transformam curiosidade em experimentos e tornam as bordas da empresa permeáveis.
- 19Have You Lost It?O único fórum onde uma ideia sensata está fora de ordem.INOVAÇÃO
- 20NTIUm pequeno núcleo, livre do trabalho do dia a dia, pago para inventar, e para matar a maior parte.INVENÇÃO PROTEGIDA
- 21Rush Hour MBAQualquer um ensina qualquer coisa, entre cinco e sete, enquanto o trânsito escoa.APRENDIZADO ENTRE PARES
- 22We Don’t Work Here, But We DoPertencer não é uma categoria de folha de pagamento.FORÇA DE TRABALHO POROSA
- 23The Satellite ProgramQuando o trabalho não pertence mais aqui dentro, construa uma empresa, não uma lista de demissões.SEPARAÇÃO EMPREENDEDORA
- 24The Alumni BenchQuem saiu ainda sabe onde estão escondidos os podres. Pergunte a eles.MEMÓRIA INSTITUCIONAL
Do que uma prática é feita
Cinco partes, ou não está no menu.
A contribuição original da Semco foi um conjunto de mecanismos, não um conjunto de permissões. Toda prática no menu tem as mesmas cinco partes, e uma candidata entra no menu só se tiver todas elas.
01
Uma provocação
A suposição que a prática existe para desafiar. Se uma ideia pode ser aprovada em uma reunião comum, ela não pertence ao fórum.
02
Um protocolo
Uma sequência repetível, tipicamente de quatro movimentos, que torna a prática utilizável por quem não a inventou.
03
Dentes
Um direito, um limiar, um orçamento ou uma consequência registrados por escrito antes de a prática começar, para que ela não vire uma caixa de sugestões.
04
Um piloto de 90 dias
Uma coorte, um patrocinador nomeado, um orçamento pequeno e uma data honesta de parar ou escalar.
05
Evidências
O punhado de medidas que nos fariam manter, mudar ou parar a prática, lidas mensalmente, às claras.
Como uma empresa escolhe
Escolhida, pilotada, sua.
1Comece por uma leitura, não por uma recomendação.
Um MRI (um raio-X da empresa construído a partir de sinais públicos e de uma curta coleta privada) e, quando útil, um TruthScan que ouve colaboradores atuais e antigos, clientes e fornecedores. Os dois são gratuitos para prospects.
2Escolha as três ou quatro primeiras com um Steward.
O fundador ou CEO e o Steward escolhem do menu diante do que as leituras mostraram. Nada é prescrito. Uma prática para a qual a empresa não está pronta é uma prática sobre a qual vamos dizer isso.
3Pilote, noventa dias de cada vez.
Cada prática é ligada em uma coorte de dez, com um patrocinador, um orçamento e uma data. No dia noventa, a empresa decide se a mata, mantém ou escala.
4Torne-a sua.
No décimo segundo mês, as práticas escolhidas funcionam sem nós. Os instrumentos ficam, e nos anos dois e três você mesmo programa as próximas práticas, direto do menu.
Veja um MRI de amostra (Medford Textiles, nossa cliente fictícia) →
O que deliberadamente não fazemos
As ausências fazem parte do projeto.
Sem consultores no local.
A entrega é remota: um Steward em vídeo toda semana, conselheiros sêniores que comandaram empresas rotacionados por tema, um pequeno conselho de pensadores de fora algumas vezes por ano.
Sem sequência imposta.
As ondas em que as práticas tendem a se reforçar são um conhecimento que trazemos para a escolha, não um cronograma que trazemos para o cliente.
Nenhuma prática sem dentes.
Se uma empresa quer o nome sem a consequência, preferimos que escolha uma prática diferente.
Sem auditoria dos seus livros.
O ano um é um valor fixo. Depois disso, participamos dos resultados extras, com os valores determinados pelo cliente e sem recurso legal do nosso lado. Preferimos a confiança à auditoria.
Toda prática tem dentes.
Um direito, um limiar, um orçamento, uma consequência, uma escolha vinculante ou uma rota protegida: algo registrado por escrito antes de começar, que impede a prática de desabar em teatro. A anatomia completa das vinte e quatro (o que cada uma pede, o que devolve, os pontos de atenção) mora a uma porta de distância.

